Lula derrota Bolsonaro em todos os cenários da briga pelo Planalto, diz OVALE/Paraná Pesquisas

Foram ouvidos 2.020 eleitores em 164 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal. Segundo o instituto, o índice de confiança é de 95%, com margem de erros de 2%

A menos de um anos da disputa das eleições presidenciais de 2020, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em todos os cenários na corrida presidencial, de acordo com levantamento inédito de OVALE/Paraná Pesquisa.

Foram ouvidos 2.020 eleitores em 164 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal. Segundo o instituto, o índice de confiança é de 95%, com margem de erros de 2%. A pesquisa foi feita entre os dias 16 e 19 de novembro.

CENÁRIO 1.

Em um dos cenários estipulados, Lula aparece com 34,9% das intenções de voto, contra 29,2% de Bolsonaro.

O ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, aparece como o principal nome da chamada ‘terceira via’, com 10,7%, seguido por Ciro Gomes (PDT), com 6,1%, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 3,1%, o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), com 1,2%.

Depois, ainda aparecem Simone Tebet, com 0,6%, Alessandro Vieira e Rodrigo Pacheco, com 0,4% cada.

Outros 9,9% vão votar em branco ou nulo e 3,5% não sabem ou não responderam.

CENÁRIO 2.

Em um segundo cenário, com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB) no lugar de Doria, Lula segue na frente, com 35,1%. Depois, Bolsonaro tem 29,8%, com Moro em terceiro, com 11%.

Ciro Gomes novamente teria 6,1%, enquanto Leite fica com 1,6%. Na sequência, aparecem Mandetta, com 1,4%, Simone Tebet com 0,5%, Vieira com 0,4% e Pacheco com 0,3%.

Neste caso, 10,2% disseram que vão votar em branco/nulo e outros 3,4% não sabem ou não responderam.

CENÁRIO 3

Em um terceiro cenário, com Lula, Bolsonaro, Moro, Gomes e Doria, o petista teria 35,5%, contra 29,6% de Bolsonaro e 11,2% de Moro. Ciro Gomes aparece com 6,6% e Doria teria 3,4%.

Outros 10,3% disseram que vão votar em branco/nulo, enquanto outros 3,4% não sabem ou não responderam.

Por Marcos Eduardo Carvalho | O Vale

Deixe um comentário