Gilmar Mendes determina de novo que processo do ‘QG da propina’, que levou Crivella à prisão, seja julgado pela Justiça Eleitoral

O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes determinou mais uma vez que o processo do “QG da Propina” seja julgado pela Justiça Eleitoral.

O caso levou à prisão do ex-prefeito do Rio Marcelo Crivella, em dezembro do ano passado.

Em abril deste ano, Gilmar Mendes já tinha determinado que a ação saísse da Justiça Criminal comum e fosse enviada para a Justiça Eleitoral por envolver acusações de caixa dois, crime eleitoral. Mas o processo voltou à Justiça comum depois que o Ministério Público Federal opinou pelo arquivamento dos crimes eleitorais.

Segundo Mendes, o arquivamento seria uma tentativa de burlar a decisão do supremo e reiterou sua determinação.

A defesa de Crivella sempre negou as acusações e disse que o prefeito foi preso sem que fosse ouvido pela Justiça.

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